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- Aviso Laranja e Amarelo IPMA: Precipitação e Vento - Medidas Preventivas
Aviso Laranja e Amarelo IPMA: Precipitação e Vento - Medidas Preventivas
⚠️ Aviso Laranja IPMA: Precipitação⚠️
⛈ Aguaceiros persistentes, por vezes fortes, que podem ser acompanhados de trovoada⛈
☔️ Válido entre as 07:00 de 19-10-2023 e as 18:00 de 19-10-2023
⚠️ Aviso Amarelo IPMA: Precipitação e Vento⚠️
⛈Aguaceiros por vezes fortes, podendo ser de granizo e ocasionalmente acompanhados de trovoada⛈
☔️ Válido entre as 18:00 de 19-10-2023 e as 06:00 de 20-10-2023
💨 Vento de sudoeste, com rajadas até 90 km/h, em especial nas terras altas.
☔️ Válido entre as 09:00 de 19-10-2023 e as 15:00 de 19-10-2023
🚨 𝗜𝗻𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗺𝗲𝘁𝗲𝗼𝗿𝗼𝗹𝗼́𝗴𝗶𝗰𝗮 🚨
𝟭. 𝗦𝗜𝗧𝗨𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢
De acordo com a informação meteorológica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se, para as 𝗽𝗿𝗼́𝘅𝗶𝗺𝗮𝘀 𝟯𝟲 𝗵𝗼𝗿𝗮𝘀, precipitação forte e persistente, vento e agitação marítima forte, salientando-se:
📍 Precipitação forte e persistente a partir da manhã de hoje (19OUT), com possibilidade de exceder 40 mm numa hora e 60 mm em 6 horas, podendo acumular 60 a 90 mm em 24 horas na região Centro e 40 a 60 mm em 24 horas em grande parte do restante território;
📍 Vento de sudoeste, com rajadas até 90 km/h, em especial nas terras altas.
Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt
𝟮. 𝗘𝗙𝗘𝗜𝗧𝗢𝗦 𝗘𝗫𝗣𝗘𝗖𝗧𝗔́𝗩𝗘𝗜𝗦
Os episódios típicos das estações de transição, com a ocorrência das primeiras chuvas, são propícios:
➡ À ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento;
➡ A ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;
➡ A originar instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;
➡ À contaminação de fontes de água potável por inertes resultantes de incêndios rurais;
➡ Ao arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública.
𝟯. 𝗠𝗘𝗗𝗜𝗗𝗔𝗦 𝗣𝗥𝗘𝗩𝗘𝗡𝗧𝗜𝗩𝗔𝗦
O Serviço de Protecção Civil recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:
➡ Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
➡ Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
➡ Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
➡ Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais;
➡ Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;
➡ Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
➡ Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.